Psicologia por trás dos quartos bagunçados

Escrito por: Gislei GISLEI BRASIL, GISLEI, Gislei, G I S L E I, g i s l e i, G i s l e i terça-feira, 22 de agosto de 2017 ,
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Por que as pessoas mais criativas surgem na bagunça

Durante toda nossa vida fomos ensinados a ser organizados. Organização sempre foi tratada como a chave para o sucesso.
Seja na escola, em casa ou na sua mochila de viagem, organização é algo que vive no nosso pé desde que nascemos. Em contrapartida, uma pessoa bagunceira sempre foi condenada e tratada como se fosse encaminhada para o fracasso. E de fato, não tem como refutar isso.
O que pode se extrair de bom de ser desorganizado? Bem, talvez mais do que você imagina. Estudos recentes, conduzidos pela Universidade de Minnesota em 2013, criaram outra postura no debate: os favoráveis à bagunça.
Sempre houve meio que uma lenda urbana de que as pessoas com mesas bagunçadas tem uma afinidade alta com o pensamento criativo. Francamente, eu pensava que pessoas bagunceiras tinham que ser criativas além do necessário. Tem que ser bem criativo pra sobreviver no meio de tanta bagunça.
Simulado da semana passada, pela metade, num canto da mesa. Uma folha de jornal perto dum molho de pimenta. Latinhas de coca-cola e cerveja organizadas em pirâmides, meio que uma obra de arte.
Sua mesa é uma bagunça, mas é sua bagunça, logo, tá tudo sob controle. Quando você tem o hábito de falhar em colocar as coisas nos seus devidos lugares, você cria formas criativas de achar tudo, de fazer tudo funcionar, de encaixar tudo. E é gostoso, é confortável.
Pode parecer totalmente aleatório para as quem olha fora, mas uma pessoa bagunceira é extremamente metódica, respeitando a si mesmo.

Raciocínio criativo

A cientista psicológica Kathleen Vohs, da Universidade de Minnesota, a mulher que começou a desmistificar essa lenda urbana, não se limitava apenas à mesa de trabalho. Vohs era nitidamente uma pessoa bagunceira, em todos os aspectos da vida, mas era do tipo bagunceira criativa.
Usando um paradigma consistindo em uma sala bagunçada e uma organizadinha, e experiências, Vohs concluiu que a sala bagunçada provoca raciocínios criativos com uma frequência muito maior – e forneceu evidências científicas!
A próxima questão é: O que exatamente é “raciocínio criativo” e como sua zona no seu quarto vai te ajudar?
Raciocínio criativo é, na sua forma mais pura, pensar fora da caixa. Olhando por esse lado não é nada extraordinário considerar que quartos tendo coisas em lugares totalmente inusitados te induziria a ser mais criativo.
Quer dizer, se você prefere colocar suas roupas limpas no chão do quarto quando o armário tá logo ali, você certamente pensa fora dos padrões comuns de raciocínio. Esse mesmo conceito pode ser aplicado de forma mais abstrata.
Vamos usar essa frase do Einstein: “Se uma mesa bagunçada é sinal de uma mente desordenada, o que é, então, o sinal de uma mesa vazia?”
Sim, você imaginou certo. A mesa de Einstein parecia fruto da missão bem-sucedida de uma ex-namorada pronta pra estraçalhar a vida de um coitado, e é inegável que Einstein era uma pessoa extremamente criativa.
Einstein não está só nessa. Mark Twain também tem uma mesa bem bagunçada. Talvez mais bagunçada que a do Einstein. Mark Twain foi uma das mentes mais imaginativas da sua geração.
Não se interessa por essas mentes de geração anterior? OK, vou dar um exemplo mais moderno. Steve Jobs. Não foi sem razão que ele inventou iBooks, sua mesa era um desastre total. Não só sua mesa, mas seus livros e seu escritório todo. Provavelmente isso só acrescentou valor ao seu brilhantismo.


E agora?

E aí, o que extrair disso tudo? Que você deve zonear sua mesa, seu quarto e esperar por uma fagulha de genialidade? Não exatamente. A relação entre bagunça e criatividade não é algo casual assim. Virar uma pessoa bagunceira não vai te fazer dormir e acordar mais criativo no dia seguinte.
Entretanto, ambas as caracterítsticas são correlacionadas. Se você é “bagunceiro por natureza”, achar um meio termo entre sua bagunça e a limpeza pode ser o mais eficaz. Mas tenha em mente que arrumar tudo pode diminuir seus esforços criativos.
Definitivamente a única forma de trabalhar a eficácia da sua criatividade bagunceira é dar a cara a tapa e experimentar coisas novas. Vá, faça chuva de papéis, recolha a roupa e jogue tudo encima da cama, dane-se! Vai que rola algo bom. :)
Quer inspiração? Olha só os quartos desses famosos, em um post super criativo do Alex M: http://alexm.com.br/2014/08/20/30-areas-de-trabalho-que-provam-que-bagunca-estimula-criatividade/ Obs: Se você tem um parceiro de quarto, fale pra ele não me mandar nenhum email destilando ódio se o quarto virar um zoológico enquanto você testa essas coisas. Eu não sou responsável pela bagunça dos meus leitores.
Soucer & bibliografia - www.alexm.com.br

ascentuando

Escrito por: Gislei GISLEI BRASIL, GISLEI, Gislei, G I S L E I, g i s l e i, G i s l e i sexta-feira, 4 de agosto de 2017
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Acho que as postagens mais complexas e difícil de externar em palavras são as de cunho pessoal, aquelas que exprimem mesmo alguns sentimentos, medos, incertezas, imaginações, pensamentos, inspirações..
Sexta-Feira, já é agosto há três dias, e o tempo não para de correr, minhas férias estão na reta final e já imagino e anseio pelas próximas. Havia me esquecido dessa sensação boa que é estar realmente em casa, antigos amigos, sentir-se livre, sentir-se em casa. Os dias tem sido tranquilos, preguiçosos, e nostálgicos. Em pensar que domingo volto pra capital, e a rotina se repete, dá um nó na garganta, e o sufoco tenta tomar conta, mas ainda consigo o domar. Como se não bastasse os anseios pessoais, ainda tem essa bagunça aqui no brasil, sobre toda essa sujeira que estão fazendo no pais, queria não me importar com isso, mas não é simples para uma pessoa sensitiva, então o jeito é ir a luta. 👊
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As vezes sinto um cansaço extremo, uma falta de inspiração, e os questionamentos vem a tona na maioria das vezes sem respostas. Um dos passatempos favoritos aqui no interior e sair com os amigos para barzinhos ou reuniões em casa, sempre acompanhado de algumas cervejas e cigarros, esse ultimo quesito estou tentando reduzir até largar de vez. Esse diário virtual tem sido uma válvula de escape para tanta coisa que se passa pela minha cabeça e as vezes não encontro métodos de externar. Não gosto muito de ficar em casa sexta a noite, mas uma gripe acabou me retendo hoje. Amanhã meus amigos estão a programar um acampamento em um povoado vizinho, e quem me acompanha sabe como eu amo acampar, ainda mais com minha turma, mas a viagem pra capital já no fim de semana, e coisas que preciso organizar até domingo me impedem de ir. Como seria bom se existisse um botão que frisasse alguns momentos, e desse next em outros.
Seguindo o baile, vamos para a tv ver o que está passando e se afogar em redes sociais. 👻

final de semestre, férias, s.o.s

Escrito por: Gislei GISLEI BRASIL, GISLEI, Gislei, G I S L E I, g i s l e i, G i s l e i terça-feira, 4 de julho de 2017
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Já estamos na primeira semana de julho e nada de férias, quando eu vim aqui para a capital eu não fazia a minima ideia de como a vida acadêmica/universitária era complexa. Acostumado com os discursos de incentivo e os alto elogios nunca me liguei muito em estudar o dia todo, ou pegar firme nos estudos antes de fazer uma boa prova, o conteúdo das administrado nas aulas e as leituras consequentes eram o suficiente para garantir minhas médias sempre acima de 8, e quando estava fora de foco as vezes um 7. Eu imaginava que a vida na universidade não iria ser como o colégio, entretanto, não passava pela minha cabeça que as coisas iriam mudar tão radicalmente, em todos os quesitos, salientando aqui o do método de ensino; Já estou indo para o quarto semestre e percebo o quanto evolui, tive o infortúnio de ficar de final em uma matéria (chama-se a recuperação de final, vai entender). Hoje refletindo sobre o assunto, ressoou um choque em mim, quando finalmente percebi que precisava me empenhar mais para evitar situações como essa.

Quando percebo o empenho de meus pais para que eu tenha um ensino de qualidade e um nível superior decente, e o desejo de me ver um bom profissional realmente a motivação aparece e vem com uma força indescritível. Espero pelo próximo semestre, mas não com muita pressa haha, no mais, estarei mais preparado que o anterior! :)

Sense8

Escrito por: Gislei GISLEI BRASIL, GISLEI, Gislei, G I S L E I, g i s l e i, G i s l e i quarta-feira, 21 de junho de 2017 ,
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É difícil descrever Sense8 em poucas palavras. É uma série de ficção científica; É um drama conjunto; É um comentário cultural sobre o mundo em que vivemos. É emocionante; É doloroso; É lindo - é tudo o que está acima. Mas talvez esse seja o ponto, como os oito estranhos que eventualmente se juntam para criar uma família única de "ˈsɛnseɪt" (indivíduos mentalmente e emocionalmente ligados em todo o mundo), são todas essas diferenças que se unem para formar uma série incrivelmente comovente e fantástica.

O que considerei mais forte em Sense8, sem dúvida, foi a relação entre o principal elenco de personagens: os oito senseits, bem como vários de seus amigos, amantes e aliados. Como Capheus, Sun, Nomi, Kala, Riley, Wolfgang, Lito e Will navegaram nas complexidades de sua conexão inesperada, a série também proporcionou aos telespectadores a oportunidade de conhecê-los de uma maneira única. O vínculo sensível, para melhor ou pior, é fortemente íntimo; Quando experimentam a turbulência emocional de outra pessoa, a dor física ou o prazer arrebatador. O público, por sua vez, adota o papel de um nono senseit, como uma janela através da qual nos deixa testemunhar tudo. Os senseits não podem esconder nada uns dos outros, e nada está escondido para todos nós seguindo a jornada. É por isso que os fãs da série são mais do que meros fãs; Eles também podem ser considerados familiares.



Vou sentir falta da série, dos personagens, desse elenco incrível e que transmitiu tão bem essa bela mensagem. Mesmo em seu curto tempo sense8 conseguiu transmitir sua mensagem de forma clara e profunda, absorvi ensinamentos incríveis sobre a vida e suas tramas.
Sou suspeito em escrever sobre a série, afinal, me tornei fã. O que o  Sense8  conseguiu realizar para o gênero de ficção científica dentro de 23 episódios não pode ser subestimado. Ofereceu comentários intrincados e envolventes sobre questões de sexualidade, gênero, política, religião e raça; Abrangeu oito cidades e sete países; Retratou a beleza da conexão humana, tolerância e compreensão; E isso me lembrou como o mundo pode ser grande, e que nossas histórias são mais universais do que percebemos. Independentemente das tentativas da série de criar um arco envolvente envolvendo uma conspiração governamental, nunca houve dúvida de que o que mais ressoou foi a sua mensagem sobre o amor.

Sense8 é o tipo de série que não enchia meus olhos, entretanto, esses dias vi um post da Maira em seu blog sobre o elenco da série e assisti o primeiro episódio, consequentemente fui ao segundo, e quando me dei conta já estava no ultimo episodio da primeira temporada. Fico triste quando percebo que algo tão maravilhoso tão terá uma continuidade, assisti lentamente a segunda temporada e imagino probabilidades que não irão existir, enfim, uma série sensacional que trás a luz reflexão  em todos os sentidos.